Conheça nossa família: Euzinha, Sayuri!

Há 2 anos atrás, já com 2 meses de vida, entrei para a minha família, ou seja, hoje fazem dois anos que eu sei o que é ter uma caminha, uma comidinha gostosa, um colo de mãe, alguém pra me fazer cafuné, uma barriguinha para amassar pãozinho e muito, mas muito amor.

Não que a minha vida fosse sofrida, tenho certeza de que a protetora que me resgatou me daria uma outra família linda, afinal de contas, ela cuidou de mim com muito carinho, mas né…eu não consigo me imaginar em nenhuma outra família (quer saber de mais detalhes? Clica aqui que nesse post eu conto tudinho).

Quando eu cheguei em casa, a Yumi já estava por aqui, tínhamos 8 anos de diferença, confesso que os nossos primeiros momentos não foram dos mais fáceis, podemos dizer que ela não foi muito com a minha cara, mas eu entendo…a idade bateu. Eu queria correr atrás dela, brincar com o rabinho o tempo todo, coisas que filhotes hiperativos fazem!rs

Eu me apeguei muito rápido a todo mundo aqui em casa, sempre dormi na cama com a mamãe e o papai e tinha uma maneira maravilhosa de acordá-los: Derrubando tudo!!! Eles adoravam, certeza!!!

Tenho qualidades médicas também, sempre que a mamãe sentia muita dor por conta da gastrite, eu sobia nela e ronronava até ela dormir, dizia ela que sempre funcionava.

Além disso, se nada der certo na minha vida, posso virar padeira, afinal de contas, ninguém amassa pãozinho como eu.

Como vocês acompanham meu dia a dia desde filhote, sabem que eu nunca fui um gato muito…errr…pequeno, mas mesmo assim, eu dava altos saltos e cambalhotas no ar, vocês tinham que ver. Ok, hoje eu ainda faço isso, mas quando eu era mais nova (há alguns sachês atrás), era muito, mas muito mais fácil mesmo!rs

Eu sou um daqueles gatos que não sabem que gatos são independentes, isso pra mim é tipo uma lenda urbana, até porque se eu passo um dia longe da minha mãe, fico sentada ao lado da porta sem pestanejar, só esperando a sua chegada. Como a porta é de vidro, ela coloca a mão do lado de fora e eu encosto a minha patinha do lado de dentro, ou seja, eu sinto muita, muita falta mesmo, tanto que o meu lugar preferido de dormir é em cima da mamãe. Resumão: esse lance de independência não é pra mim, o meu ápice da independência foi caçar uma barata sozinha (até porque por várias vezes meu pai me pegou no colo pra me ajudar a caçar mosquinhas). FIM.

Outra coisa que não faz o menor sentido é…humanos, pra quê tomar banho de chuveiro se pra ficar limpo é só se lamber? Nunca vou entender. Eu entro todos os dias com a minha mãe no banheiro, acho tão errado isso tudo, levei um dia todo pra te deixar com meu cheirinho, agora você vai lá e…joga água? Ahhh para, não faz sentido mesmo! Tudo bem, vamos começar novamente…esfrega…esfrega..esfrega o bigodinho.

Falando em recomeços, agora eu entendo porque a Yumi se cansava tanto quando eu corria atrás dela. Sabe como eu sei disso? Porque chegou o Boss, meu irmão nanico e mais novo, um lulu cheio de energia, mas quer saber? Eu amo, mas amo pra valer, essa história de que cães e gatos não podem se dar bem é bobagem, as pessoas sempre acham que sabem muito sobre tudo, mas eu posso dizer, não vivo um diazinho sem esse baixinho. Não tenho vergonha nenhuma de dizer que até a caminha a gente divide, se algum dia disseram com propriedade que eu era ciumenta, o Boss fez com que toda essa imagem que tinham de mim quebrasse em mil pedacinhos, eu divido tudo com você nanico (a mamãe, o papai, minha cama, minha vida, os brinquedos, tudo…<3), inclusive meu coraçãozinho que já é quase todinho seu. Alias, vocês sabiam que quando o Boss tá dormindo longe de mim eu puxo ele pra perto? Puxo mesmo, é melhor que travesseiro, essa bolinha de pelo é muito confortável e quentinho.

Amo a vida que eu tenho hoje, amo minha família, amo o Boss, amo a YuYu, amo meus tios peludos, amo meus amigos e amo demais a minha vida!!!

Se você faz parte dela, MUITO OBRIGADA! <3

 

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